"[...] Sou homem de tristes palavras. De que era que eu tinha tanta, tanta culpa? Se o meu pai, sempre fazendo ausência: e o rio-rio-rio, o rio — pondo perpétuo. Eu sofria já o começo de velhice — esta vida era só o demoramento [...]"
- João Guimarães Rosa, do conto "A terceira margem do rio"
Nenhum comentário:
Postar um comentário